Segue um texto que acho que você deve ler. Os créditos estão ao final do texto.
Há tempos, me pergunto: o que faz de uma pessoa um bom empreendedor?
Lendo O livro negro do empreendedor, de Fernando Trías de Bes, meu palpite foi confirmado: ser empreendedor é uma habilidade nata.
Já tive algumas experiências frustradas de tentar convencer amigos de que o empreendedorismo está entre as formas mais prazerosas de tocar a vida. Porém, vendo meu corre-corre diário, minhas angústias e dúvidas constantes, muitos desistiam da ideia e ainda tentavam me dissuadir desta vida louca de empreendedora.
Desistir da loucura? Nunca. É este frenesi e estas incertezas que movem o empreendedor. “O verdadeiro empreendedor é aquele que tem prazer em movimentar-se em um ambiente de incertezas”, escreveu o autor do livro acima. Nosso prazer é conseguir enxergar certezas nas incertezas e mostrar às pessoas novas ideias “pescadas” do fundo de um poço de dúvidas. Porém, este não é um processo nada fácil, há vários obstáculos no caminho, a começar pela falta de apoio dos “não-empreendedores” que te cercam.
Você pode ter um dragão do empreendedorismo dormindo aí dentro de você, basta encontrá-lo e acordá-lo.
Pois bem, o empreendedor que de fato nasceu para isso, não vai se deixar abalar por esses estímulos externos e vai continuar sendo movido pelo que os autores chamam de “motivação intrínseca”. Esta motivação é a força que não deixa o empreendedor parar diante da primeira, segunda ou vigésima sexta dificuldade. É ela que ajuda o empreendedor a trabalhar 24 horas por dia sem se cansar; e a mesma motivação que elimina do vocabulário do empreendedor a palavra fracasso.
A má notícia é que a motivação intrínseca – este combustível inesgotável – não está à venda em nenhuma faculdade, estante de livraria, e nem mesmo em forma de aplicativo para o iPhone. Pode parar sua pesquisa. Dom empreendedor, ou você tem, ou você não tem.
A boa notícia? Bem, você pode ter um dragão do empreendedorismo dormindo aí dentro de você, basta encontrá-lo e acordá-lo. Como? Lendo livros sobre o tema, conversando com empreendedores que você admira e sentindo. O bom empreendedor, não apenas pensa, ele sente e ouve seu coração antes da tomada de importantes decisões.
Você gostou da provocação e está motivado por uma grande dúvida, neste momento? Vai dormir feliz sonhando com as incertezas?
Bingo! Grandes chances de termos descoberto mais um empreendedor por aqui.
Autor: Fernanda Nudelman Trugilho é fundadora do Pto de Contato, espaço de coworking situado em São Paulo Fonte: http://resultson.com.br
Como de costume, sempre no final do ano eu escrevo algumas dicas para o ano seguinte. Não escrevo porque sou experiente, mas escrevo o que leio, concordo e sigo.
Em 2007 escrevi sobre metas para o ano seguinte. (Meio bizarro o que escrevi naquela época, mas não alterei porque na essência do texto, há fundamentos)
Em 2008 escrevi o 10 dicas para ser um bom profissional em 2009, este foi o post de maior visitação até metade do ano. Ainda acho importante as dicas deste artigo e sugiro adaptar para o próximo ano.
Este ano farei diferente, darei apenas uma dica que acho muito importante e que hoje tenho em mente como meta principal.
Já falei diversas vezes aqui no blog sobre força de vontade, preguiça, sindrome do “não tenho tempo” e etc. Esse assunto é o mais preocupante porque nos comentários que recebo, tem muitas pessoas que assumem que tem preguiça de realizar seu sonho e não fazem nada para mudar. Fico até chateado em ouvir pessoas assumirem isso. Não que devam esconder, mas digo que deveriam pelo menos compreender que está errado, a pessoa está se prejudicando e no final de tudo vai dizer: Eu ia fazer, eu queria fazer, eu quase fiz.
Mas se eu posso ser realmente honesto com você, eu prefiro que você continue apenas se desculpando com a falta de tempo e que nunca inicie nada, isto é melhor para mim… menos concorrência.
Enfim, este ano ficou conhecido por muito como 2000 inove, devido a uma campanha do Bradesco. Agora estão dizendo por aí que 2010 é o ano das oportunidades. E aí, será?
Já tenho minhas metas para 2010, você já fez sua lista?
O que você vai fazer em 2010?
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Desejo paz, harmonia e prosperidade para todos. Muito obrigado por acompanhar o blog.
Obrigado amigos e clientes da Zmaximus por colaborar na condução de belíssimos trabalhos.
Em 2010 haverá um grande projeto que estou atuando, comentarei aqui no blog sobre ele. Nos vemos em 2010!
O livro Caindo na Real, criado pela 37Signals é de leitura obrigatória para quem trabalha com internet, quem tem um negócio próprio ou quer ter um negócio próprio.
O livro não é tão recente. Lembro quando foi lançada a versão em português, mas não li até o final.
Esses dias um amigo do trabalho me indicou, disse que eu deveria ler. Li na mesma semana.
O livro é ótimo, lhe dá boas noções de como tratar os clientes nos dias de hoje, o que é uma grande vantágem, pois a maioria das empresas não sabem tratar seus clientes. Elas não percebem que a empresa só está de pé por causa dos seus clientes. Você compreendendo isso, será uma grande vantágem.
O livro trata de diversos assuntos, e novamente afirmo que é de leitura obrigatória.
“Vai que dá certo” é uma frase que costumo usar muito, principalmente em conversas com amigos desenvolvedores. Ela provoca um pensamento e um estímulo para você criar algo sem medo de errar.
Imagine que você, desenvolvedor, tem o sonho de empreender, de manter um Serviço de sucesso, igual a esses pequenos grandes ricos americanos. O problema é que muitas pessoas pensam que podem errar e o projeto não dar certo, mas “vai que dar certo“!
Se der certo você realiza o seu sonho e muda sua vida, mas isso só será possível se você agir.
Não estou querendo dizer que você deve criar qualquer serviço tosco e lançar, não digo para pular os estudos de casos e etc. Afirmo que não é necessário meses de estudo, apenas pense e pesquise. Veja e perceba se o projeto tem chances de dar certo, se ele está inovando, se ele é diferente, se ele é útil para o seu público alvo e etc.
A verdade é que ouço muitas pessoas se queixarem de que não tem tempo, faz faculdade e trabalho, ou é casado e trabalha, tem filhos, enfim, nada disso importa. Tenho outra pergunta sobre esse problema: “O que você faz entre meia noite e seis da manhã?”
Enquanto você lê esse texto, o mundo está acontecendo, tem gente ralando pra fazer algo dar certo, alguns estão se dando conta que o projeto deu errado, outros, comemorando o sucesso. É assim que as coisas acontecem, o que você precisa fazer é agir.
Conheço gente que diz que quer fazer, que vai fazer, mas não faz. Isso vale para qualquer coisa: fazer um curso, estudar determinada tecnologia, desenvolver um projeto e etc.
O ano de 2009 está acabando (não acabou), porque não iniciar um novo projeto?
Quer esperar janeiro? Por quê? Comece hoje, agora, faça acontecer, sem medo de errar.
Infelizmente existe pessoas que vive de sucesso dos outros. Exemplo:
- Fulano de tal está rico.. poooo.. que sorte
- Puxa, o cara sempre teve dinheiro, foi fácil pra ele
- Nossa, fulano comprou a empresa X, teve sorte heim
Sorte nada, nem fácil, o cara ralou pra chegar aonde chegou, perdeu muitas horas de sono, deixou de fazer dezenas de coisas para trabalhar em seu sonho, abandonou viagens devido à vontade de realizar seu sonho profissional.
Portanto caro leitor, viva seu sonho, trabalhe de madrugara, deixe de fazer certas coisas e trabalhe, invista em você, estude, faça algo que possa mudar o seu futuro. Vai que dá certo!
Se seu filho consegue ser aprovado em um exame com uma nota razoável você fica feliz? Você comemora com ele a vitória, mas o alerta que o seu desempenho pode melhorar? Muitas vezes quando vencemos não damos a mínima bola para a classificação. O que importa mesmo é que chegamos lá, não é mesmo?
O fato é que ser razoável é uma infeliz condição humana que é perpetuada e promovida em nossa sociedade como uma coisa boa. Muita gente que poderia ser ótimo, acaba se contentando com pouco. Elas acabam descobrindo que com menos esforço podem, por exemplo, ser classificado em um concurso e receber o mesmo salário do primeiro colocado. Aliás, muitas vezes, graças ao conhecido “jeitinho brasileiro” o menos capaz acaba se dando melhor do que o primeiro lugar.
Porém, é bom saber que nem sempre é assim que as coisas funcionam. Muitos adeptos da “lei do menor esforço” poderão pagar um preço muito elevado, por exemplo, quando estiverem competindo no mercado e dependerem das vendas de seus produtos e serviços. Eles logo descobrirão que ser “razoável” com o cliente não é o suficiente para conquistá-lo.
A verdade é que o consumidor não deseja comprar nada mais ou menos. Ele prioriza produtos e serviços otimizados. Daí, se você é apenas razoável com as suas perspectivas, contente-se em vender a preços baixos e conviver com vendas e lucros medíocres. Além disso, a idéia de ser apenas mediano vai impedi-lo de realizar seus sonhos e construir a vida que tanto almeija.
É bom lembrar, que todos aqueles que contribuíram para a construção de um planeta melhor, não se contentarão com a mediocridade. Todos foram perseverantes e jamais abandonaram a idéia de que “quem busca o ótimo não se conforma com o bom”. Foi assim que agiram Albert Einstein, Johann Gutemberg, Thomas Edison, Sócrates, Aristóteles, Santos Dummont e tantos outros ilustres personagens que sentimos tanto orgulho em exaltá-los.
Entretanto, nos dias atuais, parece que abandonamos ou desconhecemos a arte da perseverança. Afastamos-nos de pensamento encorajador como o de Henry Ford que afirma: “Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência”. Estamos sendo convencidos a gozar a vida ao invés de criar uma vida para ser desfrutada. Temos urgência para concluir tarefas e fechar negócios apenas razoáveis. Parece que na era da globalização só conta a quantidade. Todos querem ser o maior, mesmo que não sejam os melhores.
Contentamos-nos, ao final de um dia, com uma venda mais ou menos lucrativa e justificamos que é melhor com ela, do que sem nenhuma. Agindo assim, com o tempo, acabamos mudando a nossa referência. Daí, não raro, darmos mais valor a quem vende mais razoavelmente, do que aquele que vende menos, porém com qualidade. Talvez estamos perdendo o hábito de aproximarmos de tudo com o sentimento de excelência.
Minha experiência de mais de três décadas no varejo revela que muitas pessoas deixaram de alcançar o topo, pela falsa crença de que ser razoável é o bastante para fechar alguns negócios, alcançar as metas e ter um ganho suficiente para pagar as contas. O fato é que a instituição que mantém pessoas assim em seu quadro, é conivente e, portanto, tão medíocre quanto elas.
Se você busca o sucesso, recuse-se a aceitar a idéia que você não poderá ter a vida que tanto sonha, alcançar objetivos ousados, fechar muitos negócios, ganhar muito dinheiro e acumular riquezas. Se você não lutar com afinco contra esses falsos, porém poderosos, pensamentos, terão os mesmos destinos dos medríocres.
Lembre-se que pessoas bem sucedidas não são razoáveis e sim excelentes no que se propuseram a fazer. A maioria delas pensa como Benjamin Franklin: “Se você não quer ser esquecido quando morrer escreva coisas que vale a pena ler ou faça coisas que vale a pena escrever.”