Faz muito tempo que comecei a escrever para o site oficinadanet e desde o inicio deste ano tive que parar de escrever para lá por falta de tempo, mas agora resolvi voltar a escrever gradualmente para lá.
Às vezes bate a vontade de mudar de emprego. Essa é a hora de examinarmos os fatores que nos leva a desejar esta mudança. Seja o baixo salário, o stress ou ainda a satisfação em reconhecimento da empresa.
Já sentiu vontade de mudar de emprego? Pois é.
A primeira coisa que pensamos é se vai valer realmente a pena, para ter essa certeza consultamos amigos, familiares, internet, revista e jornais. Só demoramos a perceber que nada irá definir isso se não nós mesmos.
Se a proposta do outro emprego for ganhar o dobro que você ganha atualmente, sendo que não é o trabalho da sua área. Vale a pena?
Neste caso você terá que analisar seu plano de carreira e ver se é realmente isso que você quer. Às vezes vale tanto a pena ir para um emprego que ganha menos, mas é da sua área e você vai aprender muito mais do que ir para um emprego que ganha mais, só que é de um segmento que não te interessa nem um pouco.
Costumo dizer que um trabalho vale a pena quando você viabiliza o aprendizado. Quanto mais aprender, melhor. Experiência.
Talvez seja uma coisa óbvia, mas muita gente não pensa assim ou não consegue atingir esse objetivo.
Então qual é a hora certa para mudar de emprego?
É simplesmente quando você não está satisfeito com seu trabalho.
Fatores que nos faz mudar de emprego.
Falta de liberdade em criar
Não poder mostrar seu verdadeiro potencial
Stress desnecessário
Não reconhecimento do seu trabalho
Burrice e ignorância de cargos superiores
Estes fatores pertencem a um grande leque de empresas, infelizmente. Porem existe muitas empresas boas, às vezes pequenas, mas que vai oferecer tudo que você deseja no momento.
Ok, mas como encontro essas empresas?
Bem, você crer em Deus?
Se você não crer, leia o livro O segredo. : )
Como aconteceu comigo recentemente, entrei no Catho e em menos de uma semana achei a empresa dos meus sonhos. Não, não é o Google!
Foi bem simples, mas acredito que isso aconteceu porque eu quis muito. Não concorda? Então lê o livro A Lei do Universo.
No meu caso, eu entrei no Catho em uma sexta-feira. Cadastrei-me em todas as vagas que me interessava. Deixei explícito o salário que buscava e o tipo de trabalho que buscava, nada de salário ‘a combinar’.
Na segunda-feira estava eu no RH da empresa em que trabalhava pedindo minhas contas.
Terça-feira estava eu encarando minha nova empreitada.
– Não estou recebendo nada da Catho para fazer isso, mas aceito doações.
Ps: A Catho dá 7 dias gratuitos para você. Eu descolei um emprego antes de sete dias, fechei minha conta lá e saí sem pagar nada. hehe
Ps2: Hoje estou muito feliz com meu trabalho. Ganho experiência a cada minuto que passa.
Não assista O Aprendiz apenas para o entreter, até porque, este não é o objetivo do programa, mas sim para aprender com lições de empreendedorismo.
O que este programa tem a ver com Internet?
Tudo. Quando você administra um portal é preciso empreender, quando você desenvolve uma startup é preciso empreender, quando você desenvolve um negócio online é preciso empreender.
Depois de passar a semana no meio de uma selva, sofrendo com os desafios definidos pelo exército Brasileiro, o grupo que perdeu vai para a reunião onde um jogador deverá sair.
Aconteceu que ninguém foi demitido e o Roberto Justos ficou satisfeito. Mas houve uma lição de empreendedorismo.
Roberto Justos deixou claro que você tem que dar prioridades as prioridades. ; )
Se você tem uma hierarquia de tarefas, deve seguir as prioridades desta hierarquia, nada que houver de fora poderá desviar você da hierarquia de tarefas proposta.
Os participantes receberam um dossiê onde continha esta hierarquia de tarefas junto com suas prioridades e nela dizia que nada é mais importante que a finalização da tarefa.
Os militares que comandavam a missão atrapalhavam o tempo todo, de propósito e isso afetou diversos participantes psicologicamente, principalmente o líder da equipe perdedora que esqueceu das prioridades quando dois dos comandantes brincavam mandando ele para lá e para cá, atrapalhando consideravelmente a missão.
O dossiê informava que nem os comandantes eram mais importantes que a finalização da sua missão, então neste caso o participante deveria fazer o que ele julgasse melhor e não o que o comandante mandava.
No mundo real não é diferente. Tem diversas empresas incompetentes (como classificou Roberto Justos) que tem dualidades de liderança e muitas vezes é preciso ter sua própria decisão independente da situação.
Um senhor vivia sozinho em Minnesota. Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
‘Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este
ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava flores e esta
é a época do plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a
terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você
não pode me ajudar, pois estás na prisão. Com amor, Seu pai. ‘
Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:
‘PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi alguns
corpos‘
Como as correspondências eram monitoradas na prisão… Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e Policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Esta foi a resposta:
‘Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no
momento. ‘
Estratégia é tudo!!! Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis. Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.
Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional
Fonte: Desconhecida. OBS: Recebi esta mensagem por email e achei interessante compartilhar.
A dimensão cognitiva é constituída pelos conteúdos do conhecimento, da memória, do pensamento abstrato, dos processos mentais e da capacidade de julgamento. Um conhecimento a mais pode mudar um julgamento. Um novo exercício intelectual enriquece o pensamento abstrato. Mais informações enriquecem a memória e possibilitam o aperfeiçoamento do raciocínio. Tudo isso é o que se consegue com o estudo.
A dimensão afetiva inclui nossas emoções e as sensações básicas e instintivas. Quanto mais informações uma pessoa recolher e quanto mais apta estiver a refletir sobre o que sente, maior será sua capacidade de dominar uma reação agressiva e de responder adequadamente a estímulos e desafios externos. O estudo, na medida em que nos fornece informação, conhecimento e matéria de reflexão, interfere diretamente no nosso comportamento diário.
A dimensão motivacional é a que nos estimula a agir, a conhecer, a amar. Acredito que quanto mais o ser humano aprende, mais deseja aprender. O ignorante julga que já sabe o suficiente e não se interessa em procurar novos conhecimentos. O conhecimento motiva-nos a estudar mais e, quanto mais motivados, mais facilmente aprendemos.
Para sermos plenamente humanos, e, portanto felizes, com uma qualidade de ! vida melhor, o estudo é fundamental. No milênio passado, era r! ico quem tinha propriedades. Hoje, a riqueza está em adquirir conhecimentos e saber aplica-los. É importante que tenhamos consciência disso tudo e procuremos, por meio de ações e palavras, transmitir às crianças e aos jovens o valor do estudo para eles mesmos e para a sociedade.
Quando eu dava uma conferência sobre a proatividade, certa vez em Sacramento, uma senhora da platéia se levantou, no meio da explicação, e começou a falar animadamente. Havia muita gente, e quando várias pessoas voltaram as cabeças em sua direção, ela tomou consciência repentina do que estava fazendo e sentou-se, terrivelmente embaraçada. Mas pelo jeito teve dificuldade em se conter, pois começou a conversar com as pessoas a sua volta. Ela parecia muito feliz.
Mal pude esperar por um intervalo para descobrir o que estava acontecendo. Quando tive finalmente a oportunidade, fui falar com ela, e perguntei se poderia relatar sua experiência.
- Não pode imaginar o que aconteceu comigo! – ela exclamou. -
Sou enfermeira em tempo integral, e cuido de um homem mais miserável e ingrato que se pode imaginar. Nada do que faço é bom o bastante para ele. Nunca se mostra satisfeito. Na verdade, mal se dá conta da minha presença. Quando percebe minha existência, é para reclamar e colocar defeito em tudo. Este homem tornou minha vida um inferno, e freqüentemente carrego estas frustrações quando vou para casa. As outras enfermeiras sentem o mesmo. Dá vontade de rezar para que ele morra logo.
“E o senhor tem o atrevimento de chegar e insinuar que nada pode me ferir, que ninguém vai me fazer mal sem meu consentimento, que eu mesma escolhi tornar minha vida emocional um inferno… Sabe, não pude aceitar isso de jeito nenhum. Aí eu pensei um pouco. Procurei a resposta bem lá no fundo do meu coração, para esta pergunta: ” Eu tenho o poder de escolher minha reação?”“.
“Quando finalmente me dei conta de que tenho este poder, quando engoli esta pílula amarga e percebi que havia escolhido viver neste inferno, vi também que poderia escolher sair deste inferno”.
“Naquele instante eu me levantei da cadeira. Era como se estivesse saindo da penitenciária de San Quentin. Queria gritar para o mundo todo: “Estou livre! Saí da prisão! Nunca mais serei controlada pelo tratamento que receber de outra pessoa: ‘
O que nos fere não é o que acontece conosco, e sim nossa reação a isso. Claro, podemos ser atingidos física ou economicamente, como podemos causar a dor. Mas nossa personalidade, nossa identidade básica, não tem de ser necessariamente atingida. Na verdade, as experiências mais difíceis tornam-se o cadinho que forja do caráter e aprimora a força interior, a liberdade para lidar com situações difíceis no futuro e para estimular os outros a fazerem o mesmo.
Trecho do livro: Os sete hábitos das pessoas muito eficazes, de Stephen R. Covey