Comportamento
Bagunça gera inteligência?
0Certa vez em uma conversa, um amigo disse que a bagunça gera inteligência.
Talvez esse meu amigo, como fã de computação, devia ter visto o filme ‘Piratas do Vale do Silício’ e se inspirou no Bill Gates.
Mas não é bem assim.. ou é?
Há dois tipos de pessoas bagunceiras:
1. O bagunceiro por natureza
2. O que é bagunceiro porque não tem tempo de organizar as coisas.
O bagunceiro por natureza é aquele que gosta de bagunça ou não consegue se organizar.
O outro tem o tempo super curto e por isso não consegue se organizar.
Organização
Quando você faz algo organizado, é preciso usar muito o cérebro para isso. Você identifica o significado de algo e coloca exatamente em seu lugar de forma coerente e organizada.
Para encontrar o que você organizou, basta seguir a mesma linha do raciocínio que você encontra o que está procurando.
Bagunça
Fazer uma bagunça é fácil e não usa muita a inteligência, mas para encontrar algo na bagunça é bem trabalhoso.
Sem dúvidas, a bagunça aguça a inteligência pelo fato de usar o cérebro com mais intensidade. Posso afirmar também que a organização agiliza nosso trabalho.
É preciso lutar para crescer
0Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui.
Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Orlando Chiqueto Rodrigues.
Tutor IPGN.
Vivendo o presente, vivendo mais feliz
0Se você não acredita que pode ter algo de bom, então nunca terá. A barreira está na sua mente. A sua maneira de pensar e de agir, chamada aqui de atitude, definem o resultado do jogo.
Você também pode ter partido do princípio que já alcançou o auge, que atingiu os seus limites, que nunca conseguirá um sucesso maior. Sinto dizer aqui, mas você está absolutamente certo… Para viver a vida da melhor forma possível agora, você precisa começar a enxergá-la através dos olhos da fé, visualizando a si mesmo ascendendo a níveis mais elevados.
Você tem que enxergar o seu negócio decolando, o seu casamento ou relacionamento renovado, sua família prosperando, seus sonhos se tornando realidade. Você precisa conceber o que quer e acreditar que é possível. Isso tem que ser desenvolvido a começar pelos seus pensamentos, nas suas conversas, nas suas ações.
Ninguém no mundo se torna um vencedor sem ao menos se enxergar como vencedor. É preciso substituir a visão de si mesmo como segundo colocado, tendo sempre alguém a sua frente. Mais uma vez, atitude é a palavra chave e com ela criamos um ambiente de fé e sucesso.
Pessoas felizes, bem-sucedidas e realizadas aprenderam a viver melhor a vida agora. Elas tiram o melhor partido possível do momento presente, aprimorando assim o seu futuro. Outras, não tão felizes, passam a vida com uma baixa auto-estima de dar dó, pois se concentram nas coisas negativas, sentindo-se inferiores e outras ainda ficam adiando a sua felicidade para uma data futura, sem ação dizem: Um dia, as coisas vão melhorar na minha vida, mas não fazem nada para melhorar! Um dia vou estar em melhores condições físicas, mas nem uma caminhada faz! Um dia vou ganhar mais dinheiro, mas o que faz é apenas reclamar porque ele não veio para em sua mão!
Você produz o que vê continuamente na sua mente. Se você alimenta imagens negativas, de derrota e fracasso, é só isso que vai conseguir. Se você cola uma etiqueta chamada depressão na sua testa, é depressão que você vai conseguir. É claro que a doença existe e em muitos casos é necessária mesmo à medicação e para isso existem os médicos da área, mas numa boa parte de casos, o remédio é a sua atitude diante da vida, mesmo quando você estiver sendo medicado por um profissional. Agora, se você produzir imagens de sucesso, saúde, alegria, paz e felicidade, nada na face da terra será capaz de tirar estas coisas de você.
Deus deseja que esta seja a melhor época de sua vida e você não pode andar por aí tendo pensamentos negativos, derrotistas e limitantes. Enquanto você não aprender a enxergar o futuro através das lentes da fé, o seu modo errado de pensar impedirá que as coisas boas aconteçam na sua vida. Deus não derrama idéias novas e criativas, tampouco bênçãos em velhas atitudes. Não basta rezar, é preciso ir ao encontro de Deus!
Pense nisso.
Orlando Chiqueto Rodrigues.
Tutor IPGN.
Conhecimento não tem preço
0Certo dia um homem estava com problemas em um grande aparelho eletrônico, que não funcionava de forma alguma. Este homem decidiu procurar um profissional.
O profissional chegou na casa do homem, olhou para o aparelho, retirou um parafuso da sua pasta e parafusou o grande aparelho.
- Nossa, que rápido! Quanto vai custar o concerto? – Disse o homem
- 100 reais. – Disse o profissional
- Isso é um roubo, você não demorou nem 5 minutos para fazer isso, como você quer me cobrar 100 reais? Explique-me!!! – Gritou o homem já bravo.
- Senhor, é o preço. – Disse calmamente o profissional.
- Não interessa, quero que me explique o porque tenho que pagar todo esse dinheiro!! – Disse o homem de forma ignorante.
- É simples, vou explicar.
- Você vai pagar 1 real por eu ter apertado o parafuso.
- E você vai pagar 99 reais por eu saber qual parafuso colocar para concertar seu aparelho.
Porque conhecimento não tem preço, ou melhor, tem e é bem alto. ; )
Na ultima aula no curso que eu leciono, um aluno( Marcelo ) me contou essa história, eu apenas adaptei e acrescentei alguns pequenos detalhes.
Pessoas proativas e pessoas reativas – Parte 2
2Veja a primeira parte deste Texto clicando aqui.
Quando eu dava uma conferência sobre a proatividade, certa vez em Sacramento, uma senhora da platéia se levantou, no meio da explicação, e começou a falar animadamente. Havia muita gente, e quando várias pessoas voltaram as cabeças em sua direção, ela tomou consciência repentina do que estava fazendo e sentou-se, terrivelmente embaraçada. Mas pelo jeito teve dificuldade em se conter, pois começou a conversar com as pessoas a sua volta. Ela parecia muito feliz.
Mal pude esperar por um intervalo para descobrir o que estava acontecendo. Quando tive finalmente a oportunidade, fui falar com ela, e perguntei se poderia relatar sua experiência.
- Não pode imaginar o que aconteceu comigo! – ela exclamou. -
Sou enfermeira em tempo integral, e cuido de um homem mais miserável e ingrato que se pode imaginar. Nada do que faço é bom o bastante para ele. Nunca se mostra satisfeito. Na verdade, mal se dá conta da minha presença. Quando percebe minha existência, é para reclamar e colocar defeito em tudo. Este homem tornou minha vida um inferno, e freqüentemente carrego estas frustrações quando vou para casa. As outras enfermeiras sentem o mesmo. Dá vontade de rezar para que ele morra logo.
“E o senhor tem o atrevimento de chegar e insinuar que nada pode me ferir, que ninguém vai me fazer mal sem meu consentimento, que eu mesma escolhi tornar minha vida emocional um inferno… Sabe, não pude aceitar isso de jeito nenhum. Aí eu pensei um pouco. Procurei a resposta bem lá no fundo do meu coração, para esta pergunta: ” Eu tenho o poder de escolher minha reação?”“.
“Quando finalmente me dei conta de que tenho este poder, quando engoli esta pílula amarga e percebi que havia escolhido viver neste inferno, vi também que poderia escolher sair deste inferno”.
“Naquele instante eu me levantei da cadeira. Era como se estivesse saindo da penitenciária de San Quentin. Queria gritar para o mundo todo: “Estou livre! Saí da prisão! Nunca mais serei controlada pelo tratamento que receber de outra pessoa: ‘
O que nos fere não é o que acontece conosco, e sim nossa reação a isso. Claro, podemos ser atingidos física ou economicamente, como podemos causar a dor. Mas nossa personalidade, nossa identidade básica, não tem de ser necessariamente atingida. Na verdade, as experiências mais difíceis tornam-se o cadinho que forja do caráter e aprimora a força interior, a liberdade para lidar com situações difíceis no futuro e para estimular os outros a fazerem o mesmo.
Trecho do livro: Os sete hábitos das pessoas muito eficazes, de Stephen R. Covey
Pessoas proativas e pessoas reativas – Parte 1
0Uma vez que somos, por natureza, proativos, nossa vida só será conseqüência das condições e condicionamentos se deixarmos que estes fatores controlem nossa mente, por decisão consciente ou omissão.
Se esta foi nossa opção, tornamo-nos reativos. As pessoas reativas são afetadas somente pelo ambiente físico. Se o tempo está bom, elas se sentem bem. Caso contrário, mudam a atitude e a performance.
As pessoas proativas carregam o tempo dentro de si. Faça chuva ou faça sol, não interessa, elas avançam graças a seus valores. E, se um de seus valores é realizar um trabalho de qualidade, ela não depende do tempo estar assim ou assado.
As pessoas reativas também são afetadas pelo ambiente social, pelo “tempo social”. Quando as pessoas as tratam bem, sentem-se bem,
Quando acontece o contrário, assumem uma postura defensiva ou protetora. As pessoas reativas constroem sua vida emocional em torno do comportamento dos outros, permitindo que a fraqueza alheia as controle.
A capacidade de subordinar um impulso a um valor é a essência de uma pessoa proativa.Os reativos são levados pelos sentimentos, circunstâncias, condições e ambiente. Os proativos são guiados por seus valores, cuidadosamente pensados, selecionados e interiorizados.
Os proativos continuam sendo influenciados pelos estímulos externos, sejam estes sociais, físicos ou psicológicos. Mas a resposta aos estímulos, consciente ou inconsciente, é uma escolha ou reação baseada em valores.
Eleanor Roosevelt disse: “Ninguém pode feri-lo sem seu consentimento”. Nas palavras de Gandhi, isso aparece também: “Eles não conseguem levar embora nosso respeito próprio, se não o entregarmos a eles”. É nosso consentimento, nossa permissão para que as coisas aconteçam a nós que nos fere, muito mais do que os eventos propriamente ditos.
Concordo que tudo isso é muito difícil de se aceitar emocionalmente, em especial se carregamos nas costas por anos a fio o costume de responsabilizar o comportamento alheio ou as circunstâncias por nossos problemas. Mas uma pessoa só pode dizer “Eu escolho isso” quando se torna capaz de dizer “Sou o que sou hoje por causa das escolhas que fiz ontem”.
Trecho do livro: Os sete hábitos das pessoas muito eficazes, deStephen R. Covey
Existem dois tipos de pessoas criativas: os proativos e os reativos.
0O reativo é aquele que faz o que está escrito em sua lista de tarefas, é aquele que espera o chefe ter uma solução criativa, é aquele que tem medo de não aceitarem suas idéias, é aquele que tem preguiça de desenvolver sua solução criativa.
O proativo é aquele que age, esse sim é uma pessoa criativa, pois aproveita suas habilidades para desenvolver um processo criativo, tornar sua idéia concreta, não tem medo de arriscar, mas sempre com responsabilidade.
O reativo é uma maquina. Algumas máquinas são eficientes, porem limitadas.
O proativo é sensível a erros, ao seu ambiente, ao foco do cliente.
Este literalmente não tem limite.
Os proativos são ilimitados, não tem medo de aprender, muito menos de praticar o que aprendeu.
O proativo cria, esta é a diferença.
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