Livros
O Caçador de Pipas
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Sobre o Autor
O caçador de pipas é o primeiro romance escrito pelo afegão Khaled Hosseini, que atualmente mora na Califórnia, EUA. Publicado pela primeira vez em 2003, é o primeiro romance em inglês escrito por um afegão.
Um livro excelente e já virou filme. O filme ‘O caçador de pipas’ será lançado dia 2 de novembro, mas pelo que parece, aqui no Brasil será lançado em janeiro.
Uma obra linda, muito bem feita.
Deixo por aqui a sinopse do livro, depois voltarei para falarmos desse livro e do filme.
SINOPSE da wikipedia
Este livro conta a historia no Afeganistão, onde um menino chamado Amir cresceu em plena pré-guerra civil. Sua mãe morreu durante o seu parto, sua relação com seu pai, Baba, é formal demais e seu melhor amigo é Hassan, um garoto hazara de lábio leporino, filho do empregado da família, Ali. Amir não entendia o afeto que seu pai demonstrava ter por Hassan, afeto esse que resultou numa plástica, paga por Baba, para corrigir o defeito de nascença do garoto, quando este fez doze anos.
Amir e Hassan eram insultados por Assef, um brigão de uma respeitada família afegã que se une aos talibãs após o domínio russo. Em um encontro turbulento com Assef, Hassan protege Amir de uma agressão, ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estilingue. Assef e seus capangas recuaram, prometendo uma revanche a Hassan.
O amigo de Amir é um dos destaques do anual campeonato de pipas, que marca o início do inverno em Cabul.
Amir é um mestre na competição e Hassan é um talentoso caçador de pipas, alguém que apanha as pipas caídas para exibi-las como troféus.
Em seus doze anos, Amir finalmente ganha a estima do seu pai por ter vencido a competição. Infelizmente, quando Hassan corre para apanhar a última pipa, ele encontra Assef. Amir vai a procura do seu amigo e acaba testemunhando Hassan sendo brutalmente violentado por Assef. Falta, a Amir, coragem para intervir e ele prefere manter seu conhecimento sobre o fato em segredo. No entanto, a culpa que ele passou a sentir perante à sua inatividade naquele momento, envenenava lentamente o seu relacionamento com Hassan.
No seu aniversário de treze anos, Amir recebe diversos presentes do seu pai e dos amigos deste. Entretanto, um deles é particularmente especial: um caderno em branco que ganhara do amigo e sócio do seu pai, Rahim Khan, para que ele escrevesse suas histórias.
Não podendo mais tolerar a presença de Hassan em sua casa, Amir prepara uma armadilha para seu amigo, escondendo dinheiro e um relógio de pulso sob o colchão de Hassan para incriminá-lo. Apesar de ser inocente, Hassan prefere confessar o roubo a complicar seu amigo. Ali se sente forçado a deixar a família, a qual serviu durante muitos anos, e se mudar para a remota Hazarajat, apesar dos protestos e lágrimas de Baba. Ainda que Amir nunca mais tivesse visto Hassan novamente, ele se vê constantemente atormentado por tê-lo traído.
Em 1980, Amir e seu pai deixam o Afeganistão, vão para Peshawar, no Paquistão, e, em seguida, para os EUA, escapando do novo regime soviético.
Em 1984, Amir e Baba estão morando em Fremont, Califórnia, EUA. Baba trabalha em um posto de gasolina e ganha um dinheiro extra vendendo sucatas em uma feira aos domingos, almejando pôr seu filho numa faculdade. Baba é diagnosticado com um câncer no pulmão. Amir conhece Soraya Taheri, com quem se casa mais tarde. Eles têm um casamento tradicional. Soraya se muda para a casa de Amir e cuida de Baba até ele morrer.
Os anos se passam. Amir embarca em uma bem-sucedida carreira como romancista. Ele e Soraya não podem ter filhos e relutam em adotar uma criança.
Em 2001, quinze anos depois da morte de Baba, Amir recebe um telefonema de Rahim Khan, que vivia em Peshawar. Amir viaja para o Paquistão para encontrá-lo. Rahim revela a Amir tudo o que aconteceu no Afeganistão depois da guerra civil.
Rahim se mudou para o antigo casarão de Baba, levando consigo Hassan, a mulher e o filho de Hassan, Sohrab. Dez anos depois, ele deixa Cabul e vai para o Paquistão. Hassan e sua mulher foram assassinados por um soldado taliban. Seu filho foi levado para um orfanato.
Rahim Khan pede a Amir que ele retorne ao Afeganistão para resgatar Sohrab. Para persuadi-lo, Rahim revela um segredo de família: Ali era estéril e Baba era o verdadeiro pai de Hassan, fazendo com que Amir e Hassan fossem meio-irmãos e Sohrab fosse meio-sobrinho de Amir.
Após relutar muito, Amir retorna a uma Cabul controlada pelo Taliban para procurar por seu sobrinho. Ele localiza o orfanato e é informado que o garoto fora levado por um oficial Taliban, que o usa como escravo sexual. Amir acha o oficial e pergunta por Sohrab, no entanto, o oficial é Assef. Eles brigam na frente do garoto e, se não fosse Sohrab ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estinligue e cumprido sua ameaça, Amir teria morrido.
Amir e Sohrab fogem para o Paquistão, onde ele decide adotar o garoto, mas encontra a oposição das autoridades americanas locais. Amir conta a Sohrab que talvez tenha de colocá-lo em um orfanato temporariamente. Com medo de receber o mesmo tratamento cruel que recebera no Afeganistão, Sohrab tenta o suicídio ao cortar seus pulsos. Amir descobre Sohrab a tempo, quando corre para contá-lo que sua mulher, nos EUA, encontrou uma forma de levar o garoto para a América.
O livro acaba com Amir e Sohrab de volta aos EUA. Sohrab está emocionalmente abalado e procura não falar. O dia de ano novo afegão é celebrado com uma competição de pipas, e Amir compra uma. Ele usa uma das antigas manhas de Hassan para derrubar uma pipa adversária. Nesse momento, um pequeno sorriso de Sohrab enche Amir de alegria: uma pipa voando foi o começo do descongelamento das emoções de Sohrab, e Amir, finalmente, se sente libertado da culpa que carregara consigo desde a infância.
O Monge e o Executivo
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Este livro é mais um que considero de leitora essencial, uma excelente aula onde James C. Hunter conta a historia de um homem que entra em um grupo e durante uma semana, tem aulas de liderança com o famoso empresário americano Leonard Hoffman.
Sinopse pela wikipedia
A obra relata o encontro de uma semana de líderes de grupos num mosteiro ao norte de Michigan, onde buscaram aperfeiçoar os meios de como lidar com seus funcionários, aprendendo a discernir autoridade de poder e liderança.
O livro inicia com John Daily, um personagem fictício representando um homem bem-sucedido, gerente-geral de uma importante indústria de vidro plano que conta com mais de quinhentos funcionários e mais de cem milhões de dólares em vendas anuais.
John é casado, há dezoito anos, com Rachel, psicóloga, a qual lutou contra a infertilidade durante vários anos. Adotaram um menino a quem deram o nome de John. Passaram-se dois anos e, inesperadamente, sua esposa ficou grávida e nasceu Sara.
A família aparentava estar equilibrada em todos os sentidos, mas as coisas não eram exatamente como pareciam ser. Em seu trabalho, também encontrava problemas, estava passando por um momento difícil. Rachel sugeriu que se afastasse durante alguns dias para refletir e colocar ordem nas coisas. Até que um pastor recomendou-o um retiro num mosteiro cristão, chamado João da Cruz, localizado perto de um lago, em Michigan, que abrigava de trinta a quarenta frades. Um deles era Leonard Hoffman, um famoso empresário americano que abandonou sua carreira para se tornar monge, em busca de um novo sentido para sua vida, o que chamou muita atenção de John. Ele acabou por aceitar a sugestão do pastor e de sua esposa.
Chegando ao local, John Daily procurou ficar ciente das regras e horários estabelecidos, para os sete dias de permanência, cinco cerimônias religiosas diárias. Não se intimidou em perguntar pelo Leonard Hoffman, queria conhecê-lo e conversar sobre vários assuntos.
Descobriu que ali Hoffman tinha um nome diferente, se chamava Simeão, o que causou-lhe um susto, pois se lembrou que na sua certidão de batismo havia um versículo da Bíblia que falava a respeito de Simeão e, na formatura do primeiro grau, também o padre falou sobre a vida do mesmo. Achou uma coincidência bem estranha.
Nas palestras, Simeão se apresentou ao grupo e começou dizendo sobre os princípios de liderança. A habilidade de influenciar pessoas à trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum, e a diferença entre poder e autoridade. O poder é definido como faculdade, enquanto autoridade é definida como habilidade, isto é, o poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado, já a autoridade é o caráter e a influência que se estabelece sobre as pessoas. Ensinou-lhes que, em certas ocasiões, é necessário usar o poder quando a autoridade for quebrada.
Mostrou ainda, que para se ter uma boa liderança, é preciso da tarefa e do relacionamento, pois a ausência do relacionamento poderá causar má qualidade no trabalho, baixo compromisso, baixa confiança. Citou exemplos dos clientes, explicando que, quando eles vão para o concorrente, é sinal que há problemas de relacionamentos, não estão satisfazendo suas necessidades. O autor dá ênfase aos paradigmas, mostrando como é importante desafiá-los continuamente, a respeito de si mesmo, do mundo em que o cerca e de outras pessoas, pois nem sempre os paradigmas são corretos.
O grupo aprende que desfiar os velhos caminhos requer muito esforço, mas acomodar-se nos paradigmas ultrapassados, também. O homem sensato se adapta ao mundo; o insensato persiste em tentar adaptar o mundo a si mesmo, portanto, todo progresso depende do homem insensato. Relatou, também, a importância da responsabilidade dos líderes em satisfazer as necessidades legitimas de seus liderados e remover todas as barreiras para que possam servir ao cliente satisfatoriamente.
Ensinou sobre o amor, ou seja, pensamentos positivos a respeito de alguma coisa ou alguém. A paciência mostra auto controle em face da adversidade.
O líder tem o dever de fazer com que as pessoas se responsabilizem por suas tarefas, apontando suas deficiências, mostrando o desempenho esperado da empresa de forma calma, respeitosa e firme.
Hunter dá ênfase à importância de criar um ambiente saudável para possibilitar o crescimento desejável de modo especial para os seres humanos, elogiando-os e nunca puni-los em público. Após todas as palestras, John percebia o quanto haveria de mudar pelas informações que recebera e a expectativa de aplicar os princípios ao voltar para casa.
O poder força, coage, enquanto a autoridade permite as pessoas fazerem, de boa vontade, aquilo que é desejado pelo líder. Ainda no mesmo capítulo, descreve as qualidades que deve ter um líder: “honestidade, confiabilidade, bom exemplo, cuidado, compromisso, bom ouvinte, respeito, amor”, as quais levam o líder a liderar com autoridade.
No terceiro capítulo o autor relata novamente a definição de liderança “capacidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasmadamente na busca de objetivos identificados como sendo para o bem comum”.
No quarto capítulo, intitulado o Verbo, o autor fala do amor ágape, do amor incondicional, “Nem sempre posso controlar o que sinto a respeito de outras pessoas, mas posso controlar como me comporto em relação a outra pessoa”.
Nos capítulos posteriores, falam-se sobre o ambiente, a escolha e a recompensa.
Hunter posicionou um dos integrantes do grupo, a ser o do contra, o que fez o leitor perceber como é importante ter uma pessoa que não concorda com tudo, ou seja, mostrando um outro lado a considerar, possibilitando equilíbrio.
O autor coloca muito bem a importância do relacionamento humano para a construção de uma ambiente saudável. Defende que a base da liderança não é o poder e sim a autoridade conquistada com amor.
Uma historia muito bem contada por James C. Hunter, envolvente e emocionante.
Leia este livro, você não vai se arrepender. Seu custo é muito baixo e ele é bem fininho, agora com sua versão especial, com capa dura e um estilo medieval, muito bonito por sinal.
Um livro relacionado a ele e de excelente leitura é o Como se Tornar um Líder Servidor, também de James C. Hunter. Uma obra excelente, pois segue o modelo de liderança do monge e o executivo onde enfatiza o conceito em que um líder deve servir além de ser servido, mas vamos falar mais afundo dele posteriormente.
Um grande livro para um grande lider.
Os Segredos da Mente Milionária
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Este livro eu classifico como essencial. Acredito que todas as pessoas deveriam ler este livro, é um excelente educador financeiro, além de clarear sua visão e o fazer enxergar as verdades sobre seus hábitos.
Este livro se resume em hábito, nada mais.
Tudo está relacionado a hábito. Seu modo de gastar, receber, tratar e atrair dinheiro.
Este livro fala muito do conceito também falado em “o segredo” e “quem somos nós” – que por sinal são excelentes livros -, o conceito consiste em que você deve estar preparado para as coisas que vão acontecer, você ter que querer que as coisas aconteçam.
Um pouco sobre Habito financeiro
Hábito é costume e é nele que devemos trabalhar.
Tem milhares de categorias de hábitos, mas o livro trata em foco o hábito de gastar dinheiro, trata tanto o habito de gastar dinheiro como o de conseguir dinheiro.
Tudo fica muito claro quando HARV EKER diz que seus hábitos financeiros são influenciados pelos hábitos financeiros de seus pais.
Diz também que você deve mudar os paradigmas raiz desse hábito influenciado pelos pais.
No livro eu me identifiquei com o seguinte fragmento:
Quanto muito pequeno, lembro quando meu pai me dizia quando eu pedia dinheiro a ele: - Pensa que eu sou feito de dinheiro?
E eu ficava imaginando ele todo coberto de dinheiro e mesmo assim ainda reclamando quando eu o pedia dinheiro.
Essas coisas ficam em sua cabeça e mesmo sem você perceber, acabam influenciando em seus hábitos.
Eu particularmente evitava pedir dinheiro a ele, tinha medo e pena de gastar seu dinheiro, porque ele não era feito de dinheiro, o que era uma pena.
Eu tenho uma mente milionária!!!
O livro é muito bom, uma excelente e gostosa leitura.
Este livro está com o preço muito baixo( R$ 15 reais pela internet), aproveite.
Deus, um Delírio
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O tão falado e polêmico livro Deus, um delírio…
” O biólogo Richard Dawkins usa seu conceito de memes (idéias que agem como os genes) e o darwinismo para propor explicações à tendência da humanidade de acreditar num ser superior. E desmonta um a um, com base na teoria das probabilidades, os argumentos que defendem a existência de Deus (ou Alá, ou qualquer tipo de ente sobrenatural), dedicando especial atenção ao design inteligente, tentativa criacionista de harmonizar ciência e religião.Em “Deus, um Delírio” o autor mostra como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças. “
Assim que lançou o livro eu o ví na Finac de um shopping aqui no Rio de Janeiro, fui direto em sua contra-capa e quando acabei de ler, logo pensei: – Huum, mais um ateu querendo aparecer.
Não que eu seja religioso, não sou. Também não sou ateu.
Não, não! Não estou no meio do caminho, digamos que sou um estudioso no assunto ainda.
Continuando…
Mas eu não tinha visto que o autor era RICHARD DAWKINS, gosto muito de seus livros.
Resolvi então ler o livro primeiro antes de comentá-lo. De quebra comprei “O Delírio de Dawkins” que contesta o próprio. Este outro livro também merece um post e pelo que já li sobre o mesmo, merece um post bem malcriado.
Se você já leu ou está lendo, comente aqui e divida sua opinião.
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