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Pipa

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Você já viu uma Pipa voar a favor do vento?
Claro que não.

Frágil que seja, de papel de seda e taquara, nenhuma se dá ao exercício fácil de voar, levada suavemente pelas mãos de alguma corrente.
Nunca.
Elas metem a cara.
Vão em frente.
Têm dessa vaidade de abrir mão de brisa e preferir a tempestade.
Como se crescer e subir fosse descobrir em cada vento contrário uma oportunidade.
Como se viver e brilhar fosse ter a sabedoria de ver uma lição em cada dificuldade.
No fundo, no fundo, todo mundo deveria aprender na escola a empinar pipas, pandorgas ou raias.
Para entender desde cedo, que Deus só lhes dá um céu imenso porque elas têm condições de o alcançar.

Assim como nos dá sonhos, projetos e desejos, quando possuímos os meios de os realizar.
De tempos em tempos, voltaríamos às salas de aula das tardes claras só para vê-las, feito bandeiras, salpicando o azul.

Assim compreenderíamos, de uma vez por todas, que pipas são como pessoas e empresas bem sucedidas: usam a adversidade para subir às alturas.

José Oliva

A persistência é o caminho do êxito – Charles Chaplin

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O ato de persistir é uma das condições da vitória. Muitas vezes a vida mede a nossa fé opondo-nos a resistência. Os obstáculos fazem parte da nossa caminhada e render-se a eles demonstra fraqueza.

Não há na história da humanidade, um grande homem sequer que não tenha tido uma fé inquebrantável. Somente por meio da persistência e do bom ânimo conseguimos tornar realidade nossos mais ousados sonhos.

Quando se tem certeza interior de que estamos no caminho certo, nada, nem ninguém pode ser mais forte que nós mesmos. Possuímos uma força poderosa, capaz de perseverar e conseguir tudo, bastando acreditar firmemente que, mesmo difícil, jamais será impossível.

Alias, “o impossível é o possível que nunca foi tentado”. Chega quem caminha.

Então caminhe com determinação, jamais duvidando da sua capacidade de vencer. Você pode se acreditar que pode. Todos nós, quando bem intencionados, somos merecedores de uma vida nova. E, para tanto, necessário se faz uma ação contínua e persistente no sentido de tornar nossa vida mais próspera e feliz.

Sem esforço não existe vitória. Persista hoje e sempre. Persista mais e muito. E lembre-se. ” Um mundo melhor começa em você”.

in Vida Positiva, Olavinho Drummond, Editora Gente, 1995.

 

Organizando metas para 2008

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Mais um ano está terminando e agora é hora de nos organizar, pensar em nossas conquistas e lembrar dos melhores momentos deste ano.

Estudiosos dizem que na transição de um ano para o outro é essencial você estabelecer metas para o ano seguinte. Devido a isso, vou mostrar-lhes como faço minha lista de metas e assim vocês poderão ter uma idéia de como fazer.

Todo fim de ano eu pego minha lista de metas e vejo o que realizei e escrevo outra lista para o ano seguinte.

Criando sua lista

Primeiramente, você pega uma folha de papel e escreva bem no topo: Metas 2008

Em baixo, no lado esquerdo você lista as coisas materiais que você deseja conquistar este ano, escreva-as em ordem de prioridade.

No lado direito (ou em outra folha) você coloca uma lista de coisas não materiais que deseja, também em ordem de prioridade.

Agora você pega outra folha e escreva bem no topo e em caixa-alta: Metas 2008/+5
Nesta folha você vai colocar as coisas que você deseja conquistar daqui a até 5 anos.

Escreva sua lista de metas em caneta Azul, por durante este ano você poderá acrescentar metas e riscar as metas já cumpridas, mas desta vez com uma caneta da cor Preta ou qualquer outra cor diferente de Azul.

As listas podem ter acréscimos sempre que necessário e é bom você consultar estas metas melo menos umas 5 vezes por mês.

No final de cada ano você analisa as metas que foram cumpridas e assim você vê seus rendimentos durante este ano.

Este técnica é muito útil, eu particularmente uso a 3 anos e gosto muito, pretendo usar sempre.

Na imagem abaixo estou mostrando uma lista que fiz agora como exemplo:

folha-de-metas.jpg

Iniciativa X Acabativa – Stephen Kanitz

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Isto é um teste de personalidade que poderá alterar a sua vida.

INICIATIVA é a capacidade que todos nós temos de criar, iniciar projetos e conceber novas idéias.

Algumas pessoas têm muita iniciativa e outras têm pouca.

ACABATIVA é um neologismo que significa a capacidade que algumas pessoas possuem de terminar aquilo que iniciaram ou concluir o que outros começaram. É a capacidade de colocar em prática uma idéia e levá-la até o fim.

Os seres humanos podem ser divididos em três grupos, dependendo do grau de iniciativa e acabativa de cada um:

– Os empreendedores, os iniciativos e os acabativos – sem contar os burocratas.

- Negociadores são aqueles que têm iniciativa e acabativa.

Um seleto grupo que não se contenta em ficar na idéia e vai a campo implantá-la.

- Iniciativos são criativos, têm mil idéias, mas abominam a rotina necessária para colocá-las em prática.

São filósofos, cientistas, professores, intelectuais e a maioria dos economistas que nunca assinaram uma promissória.

Acabativa é o ponto fraco desse grupo.

- ACABATIVOS são aqueles que gostam de implantar projetos.

Sua atenção vai mais para o detalhe que para a teoria.

Não se preocupam com o imenso tédio da repetição do dia-a-dia e não desanimam com as inúmeras frustrações da implantação.

Nesse grupo está a maioria dos executivos, empresários, administradores e engenheiros.

Essa singela classificação explica muitas das contradições do mundo moderno.

Empresários descobrem rapidamente que ficar implantando suas próprias idéias é coisa de empreendedor egoísta.

Limita o crescimento. Existem mais pessoas com excelentes idéias do que pessoas capazes de implantá-las.

É por isso que empresários ficam ricos e intelectuais, professores – morrem pobres.

Se Bill Gates tivesse se restringido a implantar suas idéias, teria parado no Visual Basic.

Ele fez fortuna porque foi hábil em implantar as idéias dos outros – dizem as más línguas – que até copiou algumas.

Essa classificação explica também por que intelectual normalmente odeia empresário, e vice-versa.

Há uma enorme injustiça, na medida em que os lucros fluem para quem implantou uma idéia, e não para quem a teve.

Uma idéia somente no papel é letra morta, inútil para a sociedade como um todo.

Um dos problemas do Brasil é justamente a eterna predominância, em cargos nos ministérios, de professores brilhantes, com iniciativa, mas com pouca ou nenhuma acabativa.

Para o Brasil começar a dar certo, precisamos valorizar mais os brasileiro com a capacidade de implantar nossas idéias. Tendemos a encarar o acabativo, o administrador, o executivo, o empresário como sendo parte do problema, quando na realidade eles são parte da solução.

O INICIATIVO almeja ser famoso, o ACABATIVO quer ser útil.

Mas a verdade é que a maioria dos intelectuais e INICIATIVOS não tem o estômago para devotar uma vida inteira a fazer dia após dia, digamos, bicicletas.

O INICIATIVO vive mudando, testando, procurando coisas novas, e acaba tendo uma vida muito mais rica, mesmo que seja menos rentável.

Por isso, a esquerda intelectual e a direita neoliberal conviverão sempre às turras, quando deveriam unir-se.

Se você tem iniciativa mas não tem acabativa, faça um curso de administração ou tenha como sócio um acabativo.

Há um ditado chinês -”Quem sabe e não faz, no fundo não sabe“- muito apropriado para os dias de hoje.

Se você tem acabativa, mas não tem iniciativa, faça um curso de criatividade, estude um pouco de teoria. Empresário que se vangloria de nunca ter estudado não serve de modelo.

No fundo, a esquerda precisa de acabativa da direita, e a direita precisa das iniciativas da esquerda.

Finalmente, se você não tem INICIATIVA nem tampouco ACABATIVA, só podemos lhe dizer uma coisa: Lamento.

Por Stephen Kanitz

A origem do otimismo – Por Fernando Reinach

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“É bem sabido que, independentemente de nosso nível de educação, temos uma enorme tendência de acreditar que o futuro será róseo”

O ser humano é naturalmente otimista. É bem sabido que, independentemente de nosso nível de educação, temos uma enorme tendência de acreditar que o futuro será róseo. As pessoas superestimam sua longevidade e subestimam sua probabilidade de morrer. Acreditar que o Brasil é o país do futuro parece estar nos nossos genes.

Essa característica de nosso cérebro faz sentido biológico. Sem ela, provavelmente seria mais difícil sobreviver em um ambiente em que impera a competição e a seleção natural. Uma das características da depressão é exatamente a redução desse otimismo e uma dificuldade em imaginar que o futuro é promissor.

Por esse motivo, muitos neurologistas têm tentado descobrir em que área de nosso cérebro se origina o otimismo. Eles acreditam que essa tendência ao otimismo nada mais é que uma distorção sistemática da imaginação quando ela é aplicada a eventos que ainda estão por ocorrer, portanto no futuro.

Agora, parece que um grupo de cientistas conseguiu mapear no cérebro a região responsável pelo otimismo.

Voluntários foram colocados em uma máquina de ressonância magnética capaz de medir a cada instante a atividade de cada área do cérebro. Uma vez na máquina, eram instruídos a imaginar um evento no futuro ou relembrar um evento do passado.

Quando terminavam de imaginar, a máquina era desligada e eles respondiam a um questionário sobre o que haviam imaginado. O evento era positivo ou negativo? Parecia distante ou próximo ao presente? A pessoa estava muito ou pouco envolvida no evento? Nos eventos que se relacionavam ao passado, fossem eles negativos ou positivos, ambos geravam respostas semelhantes.

Nos relacionados ao futuro, sempre que o evento era positivo (vou ganhar um prêmio, vou me apaixonar), ele era mais intenso, imaginado mais perto do presente e a pessoa se via intimamente envolvida. Era o esperado, afinal somos otimistas.

Na última parte do experimento, a atividade cerebral dos voluntários durante o tempo que imaginavam um evento positivos no futuro (vou comer um pernil ótimo amanhã) era comparada com a atividade cerebral quando as pessoas imaginavam eventos positivos no passado (ontem comi um pernil ótimo), um pensamento negativo no futuro (o pernil que vou comer amanhã vai me dar diarréia) ou um pensamento negativo no passado (o pernil que comi ontem me fez vomitar).

O resultado é que sempre que a imaginação se dirigia para o futuro e focava em um pensamento positivo, duas regiões do cérebro eram ativadas de maneira específica: a região da amígdala e a parte anterior do córtex cingulado rostral.

Esses dados indicam que provavelmente é nessas partes do cérebro que se origina o otimismo. As duas regiões apresentam anomalias em pessoas afetadas por depressões profundas e pacientes com lesões nessas áreas tendem a apresentar depressão. Ficam incapazes de pensamentos otimistas.

Esse experimento é um bom exemplo de como aos poucos estamos descobrindo como nosso cérebro cria nossa mente. Afinal, da mesma maneira que o coração bomba sangue e o intestino digere os alimentos, a função do cérebro é criar e manter a mente.

Mais informações em: Neural Mechanisms Mediating Optimism Bias. Nature, volume 450, página 102, ano 2007.

Fernando Reinach é biólogo. Artigo publicado no “Estado de SP”.
(O Estado de SP, 15/11)

Você É Insustituivel Em Áudio – Augusto Cury

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Um audiobook muito bonito, de Augusto Cury.

Este AudioBook libera sua auto-estima, lhe transmite tranqüilidade e força de vontade.

Fala da vida e de como somos importantemente especiais e capaz de fazermos o que quisermos. Somos fortes o suficiente para acreditar em um sonho, somos fortes o suficiente para realizar este sonho.

Audiobook muito bom, relaxante.

Os Meus Segredos

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Todo ser humano tem direito e necessidade de um lugar especial. Um lugar só seu, onde possa interagir com suas fantasias, seus desejos, seus medos, suas raivas. Onde tenha direito de errar, fracassar, reorganizar, desistir e recomeçar. Lugar em que tudo é entendido, sem censura, sem castigo e sem nada a dever. Onde possa mostrar-se como é, com todos seus sonhos, suas perversões.

Ao longo da vida vamos armazenando em uma pastinha chamada “Os Meus Segredos”, conteúdos especiais: alegres, tristes, difíceis, utópicos, perversos, etc, que vão se acumulando lá, ocupando espaço e interagindo silenciosamente com nossas ações do dia a dia.

Um exemplo clássico e que com certeza muitos já vivenciaram é quando encontramos alguém na rua, falamos com ela, soubemos que a conhecemos, porém não lembramos de seu nome. Claro que soubemos, porém algum mecanismo de defesa entrou em ação.

Nome da pessoa = nome + fato ocorrido com o nome e você + seus sentimentos em relação(raiva, medo, culpa).O nome pode ser coincidente com o nome daquela pessoa e ai o conteúdo é acionado e prontamente bloqueado. Bem, agora ficou dois conteúdos, um inicial desencadeante do fato e este novo sobrepondo o fato. Os arquivos de minha pasta de segredos aumentaram, ocupando mais espaço em minha memória.

A cada dia anexamos mais e mais arquivos e nossa memória vai ficando cada vez mais carregada. A cada nova ação fica mais difícil interagir com tantos conteúdos e o resultado não é o melhor, ou como esperávamos.

Excluir os arquivos?
Por certo tempo pode parecer que esteja resolvido, mas eles continuam lá, somente escondidos, mas latentes.

Negar sua existência, “deletar”,”esquecer”, engano vai para a lixeira, mas continua lá.
Na vida não deletamos nossas lixeiras, mas sim reciclamos e as transformamos em um novo produto.
Aparte a linguagem figurada, as metáforas.Os sentimentos que envolvem cada fato de nossa vida e como eu os entendi e os elaborei é que determinam meus dias é que determinam meus dias e conseqüentemente meus sucessos e minhas desistências.

Assegurar um momento somente meu, onde eu possa rever meus segredos é reciclar minha lixeira.

Por Elisabete Bukascki

O sucesso consiste em não fazer inimigos

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Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.

Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. mas não é. A “Lei da Perversidade Profissional” diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz

coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que tem boa memória.

Max Gehringer, colunista da revista Época.

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