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Toda pessoa deveria escrever um livro

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Outra vez eu estava pensando em como seria bom se toda pessoa escrevesse um livro. Acho que escrever um livro devia se tornar um habito. Cada pessoa deveria descrever como foi sua trajetória e o que aprendeu no decorrer da vida.

Imagina quantas vidas interessantes iríamos conhecer. Imagina quantas experiências iríamos aproveitar, imagina quanto isso poderia colaborar em nossa cultura.

Certamente não são todas as pessoas que escreveriam livros interessantes sobre suas vidas, mas a maioria das pessoas que viveram bastante tempo tem experiências para transmitir aos mais novos. Lembro-me de conversar com pessoas de terceira-idade inteligentíssimas.

Atualmente estamos vivendo uma revolução na área dos livros. A revolução que a Internet está causando vai mudar muita coisa, não só no mercado de livros, mas também na musica, cinema, tv e jornais.

Nossas editoras já estão trabalhando para se adaptar nesta nova economia e este novo tempo vai ajudar muito o processo dos livros. Vamos ter mais livros publicados, não diminuindo a receita dos autores, porque com o avanço da economia e a cultura teremos pessoas mais conscientes, no entanto mais pessoas comprarão livros.

Estudiosos dizem que os livros que uma pessoa ler durante sua vida ajuda a modelar sua personalidade e consciência no mundo.

Por que aprender, é tudo.

 

Ilusões – As Aventuras de um Messias Indeciso

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Ilusões - As Aventuras de um Messias Indeciso

Certa vez um amigo do trabalho, trouxe este livro e disse que era pra eu ler, ele disse que eu iria gostar, como eu me dou super bem com ele e gosto do seu estilo de leitura, resolvi aceitar e pegar este livro para ler.

Eu estava lendo 2 livros, parei de lê-los para iniciar o Ilusões.

Bom, o livro valeu cada segundo, é excelente, ele te dá outra visão de mundo. Este livro te faz acreditar que a leitura abre as janelas do mundo ( veja o texto ).

Este é um daqueles livros essenciais, daqueles que todo ser humano deveria ler (ser não-humano também ;) ).

O livro conta a historia de um homem (Chamado Don) com seu espírito extremamente elevado e seu amigo Richard (o autor). Don é um messias que não quer ser o messias, em contra partida ele esbarra com o Richard e eles vivem uma história interessante, o livro contempla conversar divinas.

No inicio Richard ficava se perguntando: Como seria ser aconselhado por um ser super inteligente, um homem que soubesse tudo e que pudesse fazer o que quiser. Enfim, Richard o conheceu. Conheceu um messias rebelde que lhe ensina lições respeitáveis.

Este livro fala também de outro livro, o chamado Livro do Messia, ou também conhecido: Maktub.

Maktup significa “está escrito” em árabe. Esta palavra ficou conhecida com o livro de Paulo Coelho.

O livro de messias é um objeto de aconselhamento, nele há conselhos de vida, dicas de comportamento que um messias deveria ter.

O autor de Ilusões escreveu separado este tal livro de messias e está as vendas. Já encomendei o meu! :)

O livro é excelente, digo, essencial.

Quem tiver lido este livro, eu adoraria que o comentasse neste post.

O Caçador de Pipas

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O Caçador de Pipas - Capa

Sobre o Autor

 

O caçador de pipas é o primeiro romance escrito pelo afegão Khaled Hosseini, que atualmente mora na Califórnia, EUA. Publicado pela primeira vez em 2003, é o primeiro romance em inglês escrito por um afegão.

Um livro excelente e já virou filme. O filme ‘O caçador de pipas’ será lançado dia 2 de novembro, mas pelo que parece, aqui no Brasil será lançado em janeiro.

Uma obra linda, muito bem feita.

Deixo por aqui a sinopse do livro, depois voltarei para falarmos desse livro e do filme.

 

SINOPSE da wikipedia

Este livro conta a historia no Afeganistão, onde um menino chamado Amir cresceu em plena pré-guerra civil. Sua mãe morreu durante o seu parto, sua relação com seu pai, Baba, é formal demais e seu melhor amigo é Hassan, um garoto hazara de lábio leporino, filho do empregado da família, Ali. Amir não entendia o afeto que seu pai demonstrava ter por Hassan, afeto esse que resultou numa plástica, paga por Baba, para corrigir o defeito de nascença do garoto, quando este fez doze anos.

Amir e Hassan eram insultados por Assef, um brigão de uma respeitada família afegã que se une aos talibãs após o domínio russo. Em um encontro turbulento com Assef, Hassan protege Amir de uma agressão, ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estilingue. Assef e seus capangas recuaram, prometendo uma revanche a Hassan.

O amigo de Amir é um dos destaques do anual campeonato de pipas, que marca o início do inverno em Cabul.

Amir é um mestre na competição e Hassan é um talentoso caçador de pipas, alguém que apanha as pipas caídas para exibi-las como troféus.

Em seus doze anos, Amir finalmente ganha a estima do seu pai por ter vencido a competição. Infelizmente, quando Hassan corre para apanhar a última pipa, ele encontra Assef. Amir vai a procura do seu amigo e acaba testemunhando Hassan sendo brutalmente violentado por Assef. Falta, a Amir, coragem para intervir e ele prefere manter seu conhecimento sobre o fato em segredo. No entanto, a culpa que ele passou a sentir perante à sua inatividade naquele momento, envenenava lentamente o seu relacionamento com Hassan.

No seu aniversário de treze anos, Amir recebe diversos presentes do seu pai e dos amigos deste. Entretanto, um deles é particularmente especial: um caderno em branco que ganhara do amigo e sócio do seu pai, Rahim Khan, para que ele escrevesse suas histórias.

Não podendo mais tolerar a presença de Hassan em sua casa, Amir prepara uma armadilha para seu amigo, escondendo dinheiro e um relógio de pulso sob o colchão de Hassan para incriminá-lo. Apesar de ser inocente, Hassan prefere confessar o roubo a complicar seu amigo. Ali se sente forçado a deixar a família, a qual serviu durante muitos anos, e se mudar para a remota Hazarajat, apesar dos protestos e lágrimas de Baba. Ainda que Amir nunca mais tivesse visto Hassan novamente, ele se vê constantemente atormentado por tê-lo traído.

Em 1980, Amir e seu pai deixam o Afeganistão, vão para Peshawar, no Paquistão, e, em seguida, para os EUA, escapando do novo regime soviético.

Em 1984, Amir e Baba estão morando em Fremont, Califórnia, EUA. Baba trabalha em um posto de gasolina e ganha um dinheiro extra vendendo sucatas em uma feira aos domingos, almejando pôr seu filho numa faculdade. Baba é diagnosticado com um câncer no pulmão. Amir conhece Soraya Taheri, com quem se casa mais tarde. Eles têm um casamento tradicional. Soraya se muda para a casa de Amir e cuida de Baba até ele morrer.

Os anos se passam. Amir embarca em uma bem-sucedida carreira como romancista. Ele e Soraya não podem ter filhos e relutam em adotar uma criança.

Em 2001, quinze anos depois da morte de Baba, Amir recebe um telefonema de Rahim Khan, que vivia em Peshawar. Amir viaja para o Paquistão para encontrá-lo. Rahim revela a Amir tudo o que aconteceu no Afeganistão depois da guerra civil.

Rahim se mudou para o antigo casarão de Baba, levando consigo Hassan, a mulher e o filho de Hassan, Sohrab. Dez anos depois, ele deixa Cabul e vai para o Paquistão. Hassan e sua mulher foram assassinados por um soldado taliban. Seu filho foi levado para um orfanato.

Rahim Khan pede a Amir que ele retorne ao Afeganistão para resgatar Sohrab. Para persuadi-lo, Rahim revela um segredo de família: Ali era estéril e Baba era o verdadeiro pai de Hassan, fazendo com que Amir e Hassan fossem meio-irmãos e Sohrab fosse meio-sobrinho de Amir.

Após relutar muito, Amir retorna a uma Cabul controlada pelo Taliban para procurar por seu sobrinho. Ele localiza o orfanato e é informado que o garoto fora levado por um oficial Taliban, que o usa como escravo sexual. Amir acha o oficial e pergunta por Sohrab, no entanto, o oficial é Assef. Eles brigam na frente do garoto e, se não fosse Sohrab ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estinligue e cumprido sua ameaça, Amir teria morrido.

Amir e Sohrab fogem para o Paquistão, onde ele decide adotar o garoto, mas encontra a oposição das autoridades americanas locais. Amir conta a Sohrab que talvez tenha de colocá-lo em um orfanato temporariamente. Com medo de receber o mesmo tratamento cruel que recebera no Afeganistão, Sohrab tenta o suicídio ao cortar seus pulsos. Amir descobre Sohrab a tempo, quando corre para contá-lo que sua mulher, nos EUA, encontrou uma forma de levar o garoto para a América.

O livro acaba com Amir e Sohrab de volta aos EUA. Sohrab está emocionalmente abalado e procura não falar. O dia de ano novo afegão é celebrado com uma competição de pipas, e Amir compra uma. Ele usa uma das antigas manhas de Hassan para derrubar uma pipa adversária. Nesse momento, um pequeno sorriso de Sohrab enche Amir de alegria: uma pipa voando foi o começo do descongelamento das emoções de Sohrab, e Amir, finalmente, se sente libertado da culpa que carregara consigo desde a infância.

 

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