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	<title>Renan Lima &#187; platão</title>
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		<title>Platão &#8211; O Mito da Caverna</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 11:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Platão &#8211; O Mito da Caverna Texto extraído de &#8220;A República&#8221; de Platão . 6° ed. Ed. Atena, 1956, p. 287-291 Download do livro: Platão &#8211; O Mito da Caverna]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:http/tags:platao">Platão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> &#8211; O Mito da Caverna</strong></p>
<p>Texto extraído de &#8220;A República&#8221; de Platão . 6° ed. Ed. Atena, 1956, p. 287-291</p>
<p>Download do livro:<a title="Platão - O Mito da Caverna" href="http://www.renanlima.com/blog/wp-content/uploads/2007/11/platao-o_mito_da_caverna.pdf"> Platão &#8211; O Mito da Caverna</a><a title="Platão - O Mito da Caverna" rel="attachment wp-att-44" href="http://www.renanlima.com/blog/2007/11/08/platao-o-mito-da-caverna/platao-o-mito-da-caverna/"> </a></p>
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		<title>Platão &#8211; O Banquete</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[livro completo]]></category>
		<category><![CDATA[o banquete]]></category>
		<category><![CDATA[platão]]></category>

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		<description><![CDATA[Apolodoro e um Companheiro APOLODORO - Creio que a respeito do que quereis saber não estou sem preparo. Com efeito, subia eu há pouco à cidade, vindo de minha casa em Falero, quando um conhecido atrás de mim avistou-me e de longe me chamou, exclamando em tom de brincadeira: “Falerino! Eh, tu, Apolodoro! Não me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apolodoro e um Companheiro</strong></p>
<p><em><strong>APOLODORO</strong></em><br />
- Creio que a respeito do que quereis saber não estou sem preparo. Com efeito, subia eu há pouco à cidade, vindo de minha casa em Falero, quando um conhecido atrás de mim avistou-me e de longe me chamou, exclamando em tom de brincadeira: “Falerino! Eh, tu, Apolodoro! Não me esperas?” Parei e esperei. E ele disse-me: “Apolodoro, há pouco mesmo eu te procurava, desejando informarme do encontro de Agatão, Sócrates, Alcibíades, e dos demais que então assistiram ao banquete, e saber dos seus discursos sobre o amor, como foram eles. Contou-mos uma outra pessoa que os tinha ouvido de Fênix, o filho de Filipe, e que disse que também tu sabias. Ele porém nada tinha de claro a dizer.</p>
<p align="justify">Conta-me então, pois és o mais apontado a relatar as palavras do teu companheiro. E antes de tudo, continuou, dize-me se tu mesmo estiveste presente àquele encontro ou não.” E eu respondi-lhe: “É muitíssimo prováve1 que nada de claro te contou o teu narrador, se presumes que foi há pouco que se realizou esse encontro de que me falas, de modo a também eu estar presente. Presumo, sim, disse ele. De onde, ó Glauco?, tornei-lhe. Não sabes que há muitos anos Agatão não está na terra, e desde que eu freqüento Sócrates e tenho o cuidado de cada dia saber o que ele diz ou faz, ainda não se passaram três anos? Anteriormente, rodando ao acaso e pensando que fazia alguma coisa, eu era mais miseráve1 que qualquer outro, e não menos que tu agora, se crês que tudo se deve fazer de preferência à filosofia”. “Não fiques zombando, tornou ele, mas antes dize-me quando se deu esse encontro”. “Quando éramos crianças ainda, respondi-lhe, e com sua primeira tragédia Agatão vencera o concurso, um dia depois de ter sacrificado pela vitória, ele e os coristas. Faz muito tempo então, ao que parece, disse ele. Mas quem te contou? O próprio Sócrates? Não, por Zeus, respondi-lhe, mas o que justamente contou a Fênix. Foi um certo Aristodemo, de Cidateneão, pequeno, sempre descalço; ele assistira à reunião, amante de Sócrates que era, dos mais fervorosos a meu ver. Não deixei todavia de interrogar o próprio Sócrates sobre a narração que lhe ouvi, e este me confirmou o que o outro me contara. Por que então não me contaste? tornou-me ele; perfeitamente apropriado é o caminho da cidade a que falem e ouçam os que nele transitam.” <em><strong>[..]</strong></em></p>
<p>Faça download do <a href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:http/tags:platao+o+banquete" class="bbli">livro<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> completo: <a href="http://www.renanlima.com/blog/wp-content/uploads/2007/11/platao-o_banquete.pdf" title="Platão - O Banquete">Platão &#8211; O Banquete</a></p>
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		<title>Platão &#8211; Apologia de Sócrates</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 11:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renan Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Apologia de Sócrates]]></category>
		<category><![CDATA[platão]]></category>

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		<description><![CDATA[Apologia de Sócrates por Platão Primeira Parte &#8211; Sócrates apresenta sua defesa I O que vós, cidadão atenienses, haveis sentido, com o manejo dos meus acusadores, não sei; certo é que eu, devido a eles, quase me esquecia de mim mesmo, tão persuasivamente falavam. Contudo, não disseram, eu o afirmo, nada de verdadeiro. Mas, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Apologia de Sócrates</strong><br />
por <a href="http://boo-box.com/link/aff:jacoteiid/uid:http/tags:platao" class="bbli">Platão<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script><br />
Primeira Parte &#8211; Sócrates apresenta sua defesa</p>
<p><strong>I</strong><br />
O que vós, cidadão atenienses, haveis sentido, com o manejo dos meus<br />
acusadores, não sei; certo é que eu, devido a eles, quase me esquecia de<br />
mim mesmo, tão persuasivamente falavam. Contudo, não disseram, eu<br />
o afirmo, nada de verdadeiro. Mas, entre as muitas mentiras que<br />
divulgaram, uma, acima de todas, eu admiro: aquela pela qual disseram<br />
que deveis ter cuidado para não serdes enganados por mim, como<br />
homem hábil no falar.</p>
<p>Mas, então, não se envergonham disto, de que logo seriam desmentidos<br />
por mim, com fatos, quando eu me apresentasse diante de vós, de<br />
nenhum modo hábil orador? Essa me parece a sua maior imprudência,<br />
se, todavia, não denominam &#8220;hábil no falar&#8221; aquele que diz a verdade.<br />
Porque, se dizem exatamente isso, poderei confessar que sou orador,<br />
não porém à sua maneira.</p>
<p>Assim, pois, como acabei de dizer, pouco ou absolutamente nada<br />
disseram de verdade; mas, ao contrário, eu vo-la direi em toda a sua<br />
plenitude. Contudo, por Zeus, não ouvireis, por certo, cidadão<br />
atenienses, discursos enfeitados de locuções e de palavras, ou<br />
adornados como os deles, mas coisas ditas simplesmente com as<br />
palavras que me vieram à boca; pois estou certo de que é justo o que<br />
eu digo, e nenhum de vós espera outra coisa. Em verdade, nem<br />
conviria que eu, nesta idade, me apresentasse diante de vós, ó cidadãos,<br />
como um jovenzinho que estuda os seus discursos. E todavia, cidadãos<br />
atenienses, isso vos peço, vos suplico: se sentirdes que me defendo<br />
com os mesmos discursos com os quais costumo falas nas feiras, perto<br />
dos bancos, onde muitos de vós tendes ouvido, e em outros lugares,<br />
não vos espanteis por isso, nem provoqueis clamor. Porquanto, há o<br />
seguinte: é a primeira vez que me apresento diante de um tribunal, na<br />
idade de mais de setenta anos: por isso, sou quase estranho ao modo de<br />
falar aqui. Se eu fosse realmente um forasteiro, seu dúvida,<br />
perdoaríeis, se eu falasse na língua e maneira pelas quais tivesse sido<br />
educado; assim também agora vos peço uma coisa que me parece justa:<br />
permiti-me, em primeiro lugar, o meu modo de falar &#8211; e poderá ser pior<br />
ou mesmo melhor &#8211; depois, considerai o seguinte, e só prestai atenção<br />
a isso: se o que digo é justo ou não: essa, de fato, é a virtude do juiz,<br />
do orador &#8211; dizer a verdade. [..]</p>
<p>Baixe o livro completo: <a href="http://www.renanlima.com/blog/wp-content/uploads/2007/11/platao-apologia_de_socrates.pdf" title="Platao - Apologia de Socrates">Platao &#8211; Apologia de Socrates</a></p>
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