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Pessoas proativas e pessoas reativas – Parte 2
2Veja a primeira parte deste Texto clicando aqui.
Quando eu dava uma conferência sobre a proatividade, certa vez em Sacramento, uma senhora da platéia se levantou, no meio da explicação, e começou a falar animadamente. Havia muita gente, e quando várias pessoas voltaram as cabeças em sua direção, ela tomou consciência repentina do que estava fazendo e sentou-se, terrivelmente embaraçada. Mas pelo jeito teve dificuldade em se conter, pois começou a conversar com as pessoas a sua volta. Ela parecia muito feliz.
Mal pude esperar por um intervalo para descobrir o que estava acontecendo. Quando tive finalmente a oportunidade, fui falar com ela, e perguntei se poderia relatar sua experiência.
- Não pode imaginar o que aconteceu comigo! – ela exclamou. -
Sou enfermeira em tempo integral, e cuido de um homem mais miserável e ingrato que se pode imaginar. Nada do que faço é bom o bastante para ele. Nunca se mostra satisfeito. Na verdade, mal se dá conta da minha presença. Quando percebe minha existência, é para reclamar e colocar defeito em tudo. Este homem tornou minha vida um inferno, e freqüentemente carrego estas frustrações quando vou para casa. As outras enfermeiras sentem o mesmo. Dá vontade de rezar para que ele morra logo.
“E o senhor tem o atrevimento de chegar e insinuar que nada pode me ferir, que ninguém vai me fazer mal sem meu consentimento, que eu mesma escolhi tornar minha vida emocional um inferno… Sabe, não pude aceitar isso de jeito nenhum. Aí eu pensei um pouco. Procurei a resposta bem lá no fundo do meu coração, para esta pergunta: ” Eu tenho o poder de escolher minha reação?”“.
“Quando finalmente me dei conta de que tenho este poder, quando engoli esta pílula amarga e percebi que havia escolhido viver neste inferno, vi também que poderia escolher sair deste inferno”.
“Naquele instante eu me levantei da cadeira. Era como se estivesse saindo da penitenciária de San Quentin. Queria gritar para o mundo todo: “Estou livre! Saí da prisão! Nunca mais serei controlada pelo tratamento que receber de outra pessoa: ‘
O que nos fere não é o que acontece conosco, e sim nossa reação a isso. Claro, podemos ser atingidos física ou economicamente, como podemos causar a dor. Mas nossa personalidade, nossa identidade básica, não tem de ser necessariamente atingida. Na verdade, as experiências mais difíceis tornam-se o cadinho que forja do caráter e aprimora a força interior, a liberdade para lidar com situações difíceis no futuro e para estimular os outros a fazerem o mesmo.
Trecho do livro: Os sete hábitos das pessoas muito eficazes, de Stephen R. Covey
Pessoas proativas e pessoas reativas – Parte 1
0Uma vez que somos, por natureza, proativos, nossa vida só será conseqüência das condições e condicionamentos se deixarmos que estes fatores controlem nossa mente, por decisão consciente ou omissão.
Se esta foi nossa opção, tornamo-nos reativos. As pessoas reativas são afetadas somente pelo ambiente físico. Se o tempo está bom, elas se sentem bem. Caso contrário, mudam a atitude e a performance.
As pessoas proativas carregam o tempo dentro de si. Faça chuva ou faça sol, não interessa, elas avançam graças a seus valores. E, se um de seus valores é realizar um trabalho de qualidade, ela não depende do tempo estar assim ou assado.
As pessoas reativas também são afetadas pelo ambiente social, pelo “tempo social”. Quando as pessoas as tratam bem, sentem-se bem,
Quando acontece o contrário, assumem uma postura defensiva ou protetora. As pessoas reativas constroem sua vida emocional em torno do comportamento dos outros, permitindo que a fraqueza alheia as controle.
A capacidade de subordinar um impulso a um valor é a essência de uma pessoa proativa.Os reativos são levados pelos sentimentos, circunstâncias, condições e ambiente. Os proativos são guiados por seus valores, cuidadosamente pensados, selecionados e interiorizados.
Os proativos continuam sendo influenciados pelos estímulos externos, sejam estes sociais, físicos ou psicológicos. Mas a resposta aos estímulos, consciente ou inconsciente, é uma escolha ou reação baseada em valores.
Eleanor Roosevelt disse: “Ninguém pode feri-lo sem seu consentimento”. Nas palavras de Gandhi, isso aparece também: “Eles não conseguem levar embora nosso respeito próprio, se não o entregarmos a eles”. É nosso consentimento, nossa permissão para que as coisas aconteçam a nós que nos fere, muito mais do que os eventos propriamente ditos.
Concordo que tudo isso é muito difícil de se aceitar emocionalmente, em especial se carregamos nas costas por anos a fio o costume de responsabilizar o comportamento alheio ou as circunstâncias por nossos problemas. Mas uma pessoa só pode dizer “Eu escolho isso” quando se torna capaz de dizer “Sou o que sou hoje por causa das escolhas que fiz ontem”.
Trecho do livro: Os sete hábitos das pessoas muito eficazes, deStephen R. Covey
Existem dois tipos de pessoas criativas: os proativos e os reativos.
0O reativo é aquele que faz o que está escrito em sua lista de tarefas, é aquele que espera o chefe ter uma solução criativa, é aquele que tem medo de não aceitarem suas idéias, é aquele que tem preguiça de desenvolver sua solução criativa.
O proativo é aquele que age, esse sim é uma pessoa criativa, pois aproveita suas habilidades para desenvolver um processo criativo, tornar sua idéia concreta, não tem medo de arriscar, mas sempre com responsabilidade.
O reativo é uma maquina. Algumas máquinas são eficientes, porem limitadas.
O proativo é sensível a erros, ao seu ambiente, ao foco do cliente.
Este literalmente não tem limite.
Os proativos são ilimitados, não tem medo de aprender, muito menos de praticar o que aprendeu.
O proativo cria, esta é a diferença.
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